Onde está nosso sapo?
Todos nós buscamos por um companheiro. Os animais considerados irracionais acasalam, muitos vivem vidas monogâmicas até. Procriam. Dividem.
Nós, claro, ainda temos a razão que nos ensina a ter um companheiro para não terminar a vida sozinha, sem alguém para cuidar ou nos cuidar, (em geral nos cuidar, instinto de preservação).
Mas não fosse apenas esse instinto, ainda que perdemos um pouco de liberdade ao relacionarmos de forma séria com outra pessoa, todos almejam um parceiro, alguém para ter do lado, alguém para aguentar nossos momentos difíceis e dividir nossos momentos de júbilo.
Não é bom ter alguém para dividir as alegrias e preocupações?
Mas hoje em dia tudo está muito óbvio, rápido e superficial. Não sejamos hipócritas, também queremos um bom sexo no primeiro encontro e tesão não é algo que só os homens sentem.
Mas porque perder tempo indo para a cama de um homem que você tem certeza que não vai querer ter uma segunda vez?
Porque um homem que sai com uma mulher hoje e outra amanhã fica pleno se satisfação, ((sempre penso se fica mesmo)), mas mulheres, quando transam por transar sentem aquele vazio na alma. Não que não ocorra esporadicamente aquela vontade momentânea e depois aquele nada, de ir para casa, dormir relaxada e acordar satisfeita mesmo sem querer repetir.
Mas nós deixamos tudo muito fácil, hoje, principalmente em função da tecnologia, tudo é célere, tipo: “oi, vi suas fotos, você está gostosa, quando vamos sair?”
Falem-me se não é exatamente assim?
Fica tudo tão óbvio desde a primeira frase.
E pessoalmente não está muito diferente. Tudo é rápido, basta ver os perfis mudando, num dia estou solteira, no outro em relacionamento sério, mais um mês casado e no próximo solteiro com frases deprimentes sobre ter sido enganada, ou animadoras sobre “estar na pista”.
Essa vida de mentirinha engana a quem? Porque os homens que me interessam não acreditam em contos de carochinha há muito, estão já com visão plena, buscando parceiras no sentido literal da palavra, racionalizando.
Acho que a solução é sentirmos por nós um amor valoroso, cheio de respeito pela pessoa que somos. Amando-nos, é óbvio, racionalizaremos. E racionalizando, fazemos melhores escolhas. Não é falta de romantismo não, porque somos poucas Cinderelas, e os príncipes estão cada vez mais raros.
Valorizemo-nos! Devemos nos deixar ser conquistadas, pode ser num único dia, mas sentir mesmo aquela vontade de conhecer mais a pessoa, de saber mais sobre ela, de contar mais sobre si. Sem máscaras, o que você é mesmo, na realidade, porque fazer tipo, pelo menos na minha idade, não dá mais certo, além de ser feio demais.
E os homens que acham que enganam “mocinhas” da nossa faixa etária, não se iludam: nós reconhecemos cada frase camuflada, e fazemos a cara de boba apenas porque é mais cômodo do que discutir.
E é exatamente essa camuflagem que evita relacionamentos de verdade, que podem vir a virar um relacionamento sério, UMA PARCERIA.
A propósito, acho príncipes muito chatos!
Todos nós buscamos por um companheiro. Os animais considerados irracionais acasalam, muitos vivem vidas monogâmicas até. Procriam. Dividem.
Nós, claro, ainda temos a razão que nos ensina a ter um companheiro para não terminar a vida sozinha, sem alguém para cuidar ou nos cuidar, (em geral nos cuidar, instinto de preservação).
Mas não fosse apenas esse instinto, ainda que perdemos um pouco de liberdade ao relacionarmos de forma séria com outra pessoa, todos almejam um parceiro, alguém para ter do lado, alguém para aguentar nossos momentos difíceis e dividir nossos momentos de júbilo.
Não é bom ter alguém para dividir as alegrias e preocupações?
Mas hoje em dia tudo está muito óbvio, rápido e superficial. Não sejamos hipócritas, também queremos um bom sexo no primeiro encontro e tesão não é algo que só os homens sentem.
Mas porque perder tempo indo para a cama de um homem que você tem certeza que não vai querer ter uma segunda vez?
Porque um homem que sai com uma mulher hoje e outra amanhã fica pleno se satisfação, ((sempre penso se fica mesmo)), mas mulheres, quando transam por transar sentem aquele vazio na alma. Não que não ocorra esporadicamente aquela vontade momentânea e depois aquele nada, de ir para casa, dormir relaxada e acordar satisfeita mesmo sem querer repetir.
Mas nós deixamos tudo muito fácil, hoje, principalmente em função da tecnologia, tudo é célere, tipo: “oi, vi suas fotos, você está gostosa, quando vamos sair?”
Falem-me se não é exatamente assim?
Fica tudo tão óbvio desde a primeira frase.
E pessoalmente não está muito diferente. Tudo é rápido, basta ver os perfis mudando, num dia estou solteira, no outro em relacionamento sério, mais um mês casado e no próximo solteiro com frases deprimentes sobre ter sido enganada, ou animadoras sobre “estar na pista”.
Essa vida de mentirinha engana a quem? Porque os homens que me interessam não acreditam em contos de carochinha há muito, estão já com visão plena, buscando parceiras no sentido literal da palavra, racionalizando.
Acho que a solução é sentirmos por nós um amor valoroso, cheio de respeito pela pessoa que somos. Amando-nos, é óbvio, racionalizaremos. E racionalizando, fazemos melhores escolhas. Não é falta de romantismo não, porque somos poucas Cinderelas, e os príncipes estão cada vez mais raros.
Valorizemo-nos! Devemos nos deixar ser conquistadas, pode ser num único dia, mas sentir mesmo aquela vontade de conhecer mais a pessoa, de saber mais sobre ela, de contar mais sobre si. Sem máscaras, o que você é mesmo, na realidade, porque fazer tipo, pelo menos na minha idade, não dá mais certo, além de ser feio demais.
E os homens que acham que enganam “mocinhas” da nossa faixa etária, não se iludam: nós reconhecemos cada frase camuflada, e fazemos a cara de boba apenas porque é mais cômodo do que discutir.
E é exatamente essa camuflagem que evita relacionamentos de verdade, que podem vir a virar um relacionamento sério, UMA PARCERIA.
A propósito, acho príncipes muito chatos!
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